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Indústria médico-hospitalar não somente está preparada para a retomada, quanto aguarda ansiosamente

Para o superintendente da ABIMO, Paulo Henrique Fraccaro, instituições hospitalares devem se organizar para atender uma avalanche de cirurgias eletivas que ficaram represadas com a pandemia. Associação é apoiadora institucional e de conteúdo do Medical Conecta

A Associação Brasileira da Indústria de Dispositivos Médicos (ABIMO) é uma das principais parceiras da Medical Fair Brasil (MFB) e, como não poderia ser diferente, também está entre as entidades que oferecem apoio institucional e de conteúdo ao Medical Conecta, solução que vai impulsionar o mercado da saúde de 10 a 14 de agosto.

Segundo o superintendente da ABIMO, Paulo Henrique Fraccaro, a parceria com a MFB é extremamente necessária e desde o primeiro momento mostrou sua importância em tornar a Associação protagonista na organização de uma feira da indústria médico-hospitalar no Brasil.

Para ele, iniciativas como o Medical Conecta são fundamentais no atual contexto. “Temos que aprender a procurar alternativas para organizar esse tipo de evento em uma fase de pandemia, porque ninguém nos garante que vamos ficar livres tão cedo deste vírus ou de outros que poderão vir. Cabe às entidades, principalmente para a ABIMO, encontrar possibilidades, mesmo que tenhamos algum risco de não ter a eficiência que nós queremos, mas, sim, aprender com essas atividades, seguindo e buscando fórmulas de aprimorá-las”, destaca Fraccaro.

O Medical Conecta é uma plataforma que reunirá o setor da saúde para permitir que as pessoas se atualizem nesse momento em que informação e conhecimento, mais do que nunca, fazem a diferença e salvam vidas.

Fraccaro ressalta que a indústria médico-hospitalar não somente está preparada para a retomada, quanto aguarda ansiosamente por isso, em especial porque há uma preocupação com aqueles pacientes que não estão indo ao hospital por medo de uma contaminação ou pela dificuldade de se organizar uma cirurgia eletiva.

“Uma preocupação que temos é com o adiamento de cirurgias eletivas. O que vai acontecer quando elas forem liberadas? Uma avalanche de pacientes nos hospitais. As instituições hospitalares que se preparem para o atendimento em um prazo muito menor das cirurgias eletivas que ficaram represadas na pandemia”, atesta o executivo.

A epidemia de Covid-19 provocou a suspensão de pelo menos um milhão de cirurgias eletivas (não urgentes) no Sistema Único de Saúde (SUS) em 2020, de acordo com levantamento da Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde (Abraidi). O setor estima que, considerados os setores público e privado, a queda média nos procedimentos cirúrgicos no ano passado tenha sido de 59,8%. Em algumas regiões, o recuo teria chegado a 90%.

“A indústria médico-hospitalar está muito preparada para a retomada. Ela não ficou parada nesse quase um ano e meio, cenário que ainda iremos, com certeza, até dezembro, mas, sim, aproveitou para se organizar e analisar o seu portfólio de produtos e serviços”, fala o superintendente da ABIMO.

Fraccaro enfatiza também que a telemedicina, no Brasil, veio para ficar e é um ponto de atenção para o setor da saúde. A modalidade de atendimento à distância ganhou força com a crise do coronavírus. O número de consultas em abril deste ano foi 14,4% maior se comparado ao mês de março – justamente o auge da segunda onda da pandemia. Desde abril do ano passado, já foram realizados mais de 2,8 milhões de consultas por videoconferência.

Desde a regulamentação em caráter excepcional e temporário, a telemedicina se tornou uma importante ferramenta de acesso e manutenção do bem-estar das pessoas, evitando o deslocamento e a exposição a ambientes que implicam em risco maior à saúde.

“Estamos aprendendo, que cada vez mais, teremos que conviver com teleconsultas e para isso precisaremos de um sistema de telecomunicação muito mais efetivo, bem como máquinas que falem com muito mais eficiência as suas necessidades diante das que temos disponíveis hoje e muitas vezes dependem de uma assistência medica, ou seja, estamos vivendo uma revolução que esperávamos que aconteceria em alguns anos, mas já iniciou e busca soluções em tempo extremamente curto”, salienta Fraccaro.

Para o Medical Conecta, a ABIMO pretende levar para discussão toda a evolução digital que está acontecendo na medicina e a obrigação dos hospitais em estarem, de maneira inconteste, com infraestrutura adaptada para receber a internet das coisas.

As inscrições para o Medical Conecta estão abertas. Cadastre-se gratuitamente agora mesmo em www.medicalconecta.com.br e não perca essa conexão.

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