Variante Delta: entenda os sintomas e saiba como se prevenir

Os cuidados são os mesmos em relação às demais variantes da Covid-19, ou seja, medidas como uso de máscaras, de álcool em gel e higienização das mãos devem ser seguidas à risca

A variante Delta é a nova preocupação mundial. A doença é um dos principais motivos do agravamento recente da pandemia de Covid-19, mesmo em um cenário de vacinação em massa e em regiões que estavam com o vírus controlado.

Isso acontece especialmente pelo alto potencial de transmissibilidade da variante, muito superior que as outras mutações já registradas até aqui. Além disso, ela também tem se mostrado mais resistente aos anticorpos, levando a casos graves de forma mais rápida.

Estas características têm gerado novo colapso no sistema de saúde e levado milhares de pessoas de volta ao confinamento ao redor do mundo. A Delta já se tornou dominante em diversos países e tem sido responsável pela segunda onda mortal de infecções em algumas regiões. Nos Estados Unidos, por exemplo, a variante já é responsável por 83% dos casos atuais de coronavírus.

Como surgiu a variante Delta?

A variante Delta surgiu na Índia em outubro de 2020, identificada no Estado de Maharashtra, e, aos poucos, foi se espalhando pelo mundo. Na metade de 2021, já se tornou responsável por mais de 80% dos novos casos diagnosticados em diversos países – inclusive no Brasil.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que ela logo deve se tornar predominante em todo mundo.

O aumento da capacidade de transmissão da variante Delta

Sabe-se que a variante Delta é mais transmissível que as anteriores, embora ainda não se consiga estimar exatamente quanto. Alguns estudos apontam que ela seja cerca de 60% maior, enquanto outros chegam a até 200%. O fato é que uma pessoa doente pode infectar até oito ou nove outras pessoas, em média. A nível de comparação, a cepa original do coronavírus fazia com que cada pessoa doente no início da pandemia infectasse outras duas.

O Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, por exemplo, diz que a doença pode ser tão contagiosa quanto a catapora – que, quando chega em um determinado local, como uma escola, por exemplo, infecta todo mundo. Isso significa que ela se espalha mais que a gripe comum, ebola, varíola e todas as versões anteriores da Covid-19.

Este alto potencial de transmissibilidade ocorre porque a variante Delta apresenta mutações na região do genoma responsável pela produção da proteína S (ou spike), local responsável pelo vírus se ligar às células humanas.

Cuidado para não confundir os sintomas

Assim como o vírus sofreu mutações ao longo do tempo, até chegar na variante Delta, os sintomas do coronavírus também evoluíram. O mais comum, agora, é a dor de cabeça, seguida de dor de garganta, coriza e febre. A tosse e a perda de paladar e olfato, tão comuns na versão original do coronavírus, por exemplo, têm menos ocorrência na variante Delta.

O problema, no entanto, é que os sintomas típicos da variante são muito semelhantes aos do resfriado, o que pode gerar confusão. Sem saber que estão infectadas com Covid, muita gente acaba não procurando o atendimento médico e não fazendo o isolamento necessário, o que colabora para a transmissão mais rápida da doença.

As autoridades em saúde também alertam para a maior probabilidade de hospitalização em relação aos pacientes que ficaram doentes no início da pandemia. No entanto, pessoas com as duas doses da vacina têm menos chances de serem hospitalizadas, já que a tendência é que pessoas não vacinadas apresentem casos mais graves.

Como prevenir

Não há mistério para se proteger da variante Delta, já que os cuidados são os mesmos em relação às demais variantes da Covid-19:

  • usar máscara (inclusive ao ar livre);
  • lavar as mãos com sabão;
  • passar álcool em gel;
  • manter o distanciamento social;
  • tomar as duas doses da vacina.

Portanto, para evitar sustos e contribuir para evitar a transmissão da doença, faça a sua parte e continue mantendo as estratégias de prevenção tomadas desde março de 2020. A variante Delta já chegou no Brasil e já é dominante em diversos Estados, como o Rio de Janeiro, por exemplo.

Com informações da IMEX Medical Group

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