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Como decidir entre logística hospitalar centralizada ou distribuída? E evitar gastar milhões a mais!

Neste artigo, Victor Basso, diretor da Opuspac Ltda., ressalta que logística centralizada não é algo novo e existe desde que se iniciou a unitarização de doses para o paciente

Como decidir entre logística hospitalar centralizada ou distribuída? E evitar gastar milhões…

Atualmente, a palavra centralizada parece que está muito valorizada. Temos ouvido falar muito de medicina centrada no paciente, ela induz tratar o paciente como um todo e não em forma fragmentada por doenças. Porém, a distribuição centrada ou centralizada no paciente, não possui relação com a medicina centrada.

A logística centralizada (logística programada) de medicamentos consiste em preparar tudo o que o paciente necessita de medicamentos, durante um certo período e dispensar desde a farmácia central.

A logística distribuída (logística não programada) de medicamentos consiste em carregar desde a farmácia central, os dispensários ou farmácias satélites para dispensar ao paciente.

Quando um gestor necessita tomar a decisão de distribuir medicamentos ou materiais, existem 03 opções de logística:

  • Centralizada
  • Distribuída
  • Mista

A logística centralizada não é coisa nova, existe desde que se iniciou com dose unitária ( unitarização de doses) para o paciente.

Mais de 05 anos no Brasil, começaram os sistemas automatizados de logística centralizada, chamados de robôs. Eles entregam várias embalagens de medicamentos prontos para distribuir,  unidos através de um aro plástico. Eventualmente, em casos de urgências podem transportar num “carrier” dentro de um tubo pneumático, existem no Brasil dois grandes e afamados hospitais que utilizam estes sistemas.

A logística distribuída também tem sua automatização através de dispensários eletrônicos de medicamentos, onde periodicamente são recarregados e dispensadas as doses necessárias para cada paciente.

Salientamos que não existe logística puramente centralizada, pois, sempre terá que associá-la a logística distribuída.

E por que? Porque temos a primeira dose e a alteração na prescrição do medicamento, para tudo isso, terá que atender com a logística distribuída e ou também chamada de não programada. Além disso, em prontos-socorros, centros cirúrgicos, UTI, hemodinâmicas entre outros, existe a necessidade de uma logística não programada.

Sendo assim, na realidade temos apenas 02 opções : Mista (Centralizada + Distribuída) e a Distribuída pura.

Se pudesse comprar um equipamento robótico para um hospital com 200 leitos, gastaria aproximadamente 7 milhões de reais, porém, também deveria comprar a automação para a logística distribuída, seriam mais 4 milhões de reais, totalizando 11 milhões de reais para adquirir um sistema misto automatizado.

Então, caso sua opção seja o sistema de distribuição pura, gastará apenas 4 milhões de reais. Concluímos que o custo quase triplica com a logística mista.

Mas isto, não é o único ponto a ser considerado:

  • O sistema robótico apenas prepara os medicamentos e você deve separar e preparar os materiais.
  • Estes sistemas atendem todo o hospital e sua dependência é muito crítica, pois se o sistema falhar, todo hospital irá parar.
  • O custo de manutenção destes equipamentos correspondem proporcionalmente ao seu custo de compra. Terá um custo alto em pessoal qualificado e ainda dependerá de peças importadas.
  • O custo das embalagens também é muito alto por serem importadas, além da quantidade de plástico utilizado pelas embalagens dos robôs é o triplo de outros sistemas (como as máquinas unitarizadoras Opuspac) e isto tem a importância ecológica.
  • O investimento em logística distribuída pode ser feito progressivamente, passo a passo.
  • As embalagens dos sistema robótico não servem para colocar nos dispensários eletrônicos, pois são muito volumosas e reduzem muito sua capacidade de armazenamento.
  • No envio de pedidos de urgência, através dos tubos desde o robô, existe o problema da fila de espera e a demora correspondente, enquanto num dispensário eletrônico de medicamentos está tudo pronto em poucos segundos.
  • No dispensário eletrônico pode-se combinar Mats e Meds e manter o controle de 100% dos itens com ESTOQUE SEGURO, através do controle um a um, ou seja unitário. Já o robô controla apenas a dispensação de Meds.

Conclusão: São poucos os hospitais de grande porte, que podem considerar a opção de logística mista.

Artigo de Victor Basso, diretor da Opuspac Ltda.

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