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Pesquisa e Desenvolvimento garantem melhores câmaras de refrigeração para sistemas de saúde

Executivos da Biotecno e da Indrel Scientic falaram à MFB sobre como inovações evitam interferências eletromagnéticas e adulteração de dados

Os eletrônicos na “cadeia de frio” que os sistemas de saúde usam para manter itens como vacinas devidamente refrigerados durante o armazenamento e transporte são surpreendentemente vulneráveis ​​a hackers, mas existem maneiras de os sistemas se protegerem. Um estudo da Universidade de Michigan (EUA) descobriu que um invasor localizado próximo a equipamentos, como freezers e refrigeradores, pode usar interferência eletromagnética gerada por dispositivos simples como walkie-talkies para enganar os sensores de temperatura e fazer leituras falsas.

A interferência pode fazer com que o monitor de temperatura do refrigerador indique falsamente que a vacina interna ficou muito quente para ser usada ou pode causar o mau funcionamento do freezer e estragar seu conteúdo. A boa notícia é que existem etapas simples que hospitais e instituições podem seguir para a melhor proteção. O professor associado de engenharia elétrica e ciência da computação da Universidade de Michigan, Kevin Fu, conduziu o estudo e recomenda as cinco etapas a seguir:

Restringir o acesso a dados como displays de temperatura
Mantenha os detalhes sobre seus sensores confidenciais
Mantenha a localização dos seus sensores em sigilo e mova-os com frequência
Selecione a taxa de amostragem de sensor mais baixa possível
Use um sensor menos suscetível à energia eletromagnética

A pedido da Medical Fair Brasil (MFB), o diretor comercial da Biotecno Conserving Life, Roberto Olivares, comentou que no Brasil esse tipo de ataque cibernético não é possível. “Graças a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e todos seus protocolos de exigência no trato das informações, nosso cenário é muito profissional, e isso não acontece. Temos vários equipamentos instalados em centenas de locais e nunca tivemos uma invasão desse tipo. Em alguns casos, o uso do pendrive para sacar os dados, pode comprometer a segurança. Por isso, temos nossas recomendações para o correto uso desses sistemas”, fala Olivares.

De acordo com o Head de Inovação e P&D da Indrel Scientific, Edilson Mithidieri, as interferências eletromagnéticas podem ser causadas aleatoriamente por componentes externos, como, por exemplo, equipamentos, que podem gerar “ondas invisíveis” transmitidas e recebidas por outros equipamentos. Em refrigeração científica, os sensores de temperatura podem atuar como “antenas”, captando esse ruído e informando uma leitura de temperatura imprecisa ao sistema de controle.

A Indrel Scientific possui, na política de Pesquisa e Desenvolvimento, o plano de melhoria contínua dos seus produtos, sempre buscando as melhores soluções para agregar tecnologia e segurança aos equipamentos oferecidos ao mercado. Dessa forma, tem em sua linha de produtos soluções que evitam interferências eletromagnéticas e adulteração de dados.

“A pandemia afetou diretamente a pesquisa e desenvolvimento das indústrias ligadas à área da saúde. Em função da alta demanda de equipamentos para armazenamento de vacinas e termolábeis utilizados em pesquisas farmacêuticas, sofremos uma aceleração nas pesquisas e processos que buscam soluções para a proteção, armazenamento e monitoramento de dados. A aceleração e transformação digital que estamos vivendo há dois anos, impacta em todos os processos e necessidades dos usuários de dispositivos de refrigeração científica e a Indrel Scientific como líder no mercado da América Latina, está à frente de diversas pesquisas de novas soluções para suprir essas novas necessidades”, conta o CEO da empresa, João Fernando Rapcham.

Segundo Olivares, a tecnologia embarcada nas câmaras de refrigeração da Biotecno foi crucial para atravessar mais tranquilamente a pandemia de Covid-19. Todos os equipamentos da empresa têm um IP (Internet Protocol) que permite que cada câmara se comunique com o Suporte Técnico na fábrica para cuidar de temas de funcionamento e suas configurações. Esse conceito permite atendimento remoto e sem custos, mitigando visitas presenciais.

A Biotecno vem contribuindo ao longo dos últimos 20 anos com inovações, caso do sistema de emergência (funcionamento dos compressores de frio com banco de baterias), modelos portáteis de transporte correto de vacinas, sangue e órgãos, além de estar trabalhando em outras inovações para consolidar sua marca como Provedor de Soluções para cadeia de frio.

“O mercado brasileiro nesse segmento, está em amplo desenvolvimento, com boas perspectivas diante da importância de armazenar corretamente os imunobiológicos, para combate a Covid-19 e mais de 30 tipos de doenças, tanto no segmento público como no privado. Clínicas de vacinação privadas, que oferecem uma cartela ampla de vacinas que são complementares ao que é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), também estão em rota de crescimento e profissionalismo em suas organizações. Hoje temos vacinas para atender uma grande parte da população, desde gestantes até os mais velhos”, ressaltou Olivares.

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